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depoimentos

 

depoimento da ex-aluna Maria Elvira Machado
bailarina e coreografa, mora em Mont Pelier na França

Comecei a fazer ballet aos 12 anos de idade na escola de ballet Gisela Dória e desde então não parei mais de dançar. Nessa escola fiz ballet e moderno e mais tarde tive a oportunidade de ministrar meus primeiros workshops, os quais me deram boa experiência para meu trabalho de ensino atual. Amava levar as fitas da Royal para ficar treinando em casa, ouvindo as musicas já  me dava estimulo para dar aulas, sempre me inspirando na "tia" Gisa e "tia" Flávia. Gisa, foi responsável por me abrir horizontes, foi seguindo sua orientação que fui estudar dança contemporânea em uma universidade na Inglaterra, onde tive bolsa de estudos pelas boas notas nos exames da Royal. Na escola de bale Gisela Dória também foi onde tive minhas primeiras experiências de preparar-me pra dançar no palco, um universo onírico, o qual virou realidade profissional. A escola contribuiu para meu entendimento do quanto é necessário ter disciplina, concentração, dedicação e determinação na dança.



depoimento da Graziela Fonseca
26 anos designer de moda, mora em São Paulo.

A dança é uma das minhas paixões. E um dos momentos mais felizes da minha vida, foi quando, aos nove anos de idade, meus pais me levaram para minha primeira aula de ballet, na Escola de Ballet Gisela Dória. Desenvolvi não só noções de ritmo, espaço, coordenação motora, concentração e sociabilidade, pertinentes à dança, mas também despertou em mim o gosto pela arte e o senso estético. Tive aulas com professores ótimos e bem cuidadosos ( Gisa, Flávia, Clarissa e o Dió), que sempre ensinaram a dança com boa técnica. Através da escola tive a minha primeira experiência como professora e coreógrafa, dando aula para o baby class e outras turmas. Tive a oportunidade de participar de cursos e oficinas com profissionais renomados e de algumas Mostras de dança. Fiz aulas de ballet clássico até o nível intermediário e de dança contemporânea, até 2002. Nos nove anos que freqüentei a escola, passei maior parte das minhas tardes entre aulas, ensaios e boas conversas e inevitavelmente, fiz amizades que permanecem até hoje. ! Por tudo isso, lembro da escola e dos professores com carinho e, sem dúvida, têm um lugar especial no meu coração.

 


depoimento da Carolina Beal
18 anos, estudante de Administração na FGV em São Paulo

O ballet entrou na minha vida como uma simples atividade quando eu ainda era pequena e depois se tornou algo essencial para mim!
Quando eu era pequena era simples, não precisa muito esforço nem nada. Com o tempo, a dedicação precisou ser maior, os exercícios e as coreografias eram mais difíceis e as queridas professoras foram ficando mais exigentes. Porém, ao mesmo tempo, crescia uma amizade dentro da turma e com as professoras;essa amizade e o sentimento de carinho que havia nas aulas superava qualquer dificuldade dos exercícios, pés machucados, nervosismos de apresentações e exames!! Acredito que foi essa forma de levar o ballet que fez com que eu me apaixonasse por ele. Já fiquei longe das salas de aula um tempo e não imaginava que me fizesse tanta falta, de chegar ao ponto de escutar um piano tocando e querer pelo menos subir na meia ponta. Hoje, felizmente, voltei a fazer aulas, não tenho dúvida que foi a melhor escolha que eu fiz. Quando estou fazendo os exercícios sinto uma felicidade indescritível e todas as preocupações que posso ter naquele momento simplesmente somem. Agradeço de todo coração a todas as professoras da escola por terem me "ajudado" a encontrar essa paixão, seria difícil encontrar outra que eu me identificasse tanto!

 

depoimento da Michelle Christine Ferreira
Fisioterapeuta, mora em Campo Grande

Não existem palavras para definir os anos que passei na Escola de Ballet Gisela Dória, posso dizer que praticamente me viram crescer, tanto como pessoa como na dança, a passagem de menina para mulher - a transição da sapatilha de meia-ponta para a sapatilha de ponta, de um simples plié à técnicas mais apuradas e piruetas! E como esquecer do grande desafio da 'Fada Açucarada', tentei fazer o melhor com imenso amor que tenho a essa Escola e a dança. Grande parte do que sou hoje, são frutos dos conhecimentos e ensinamentos adquiridos através de muita dedicação e amor de todos os professores, pois não formam apenas bailarinos mas também amigos e laços eternos. A todos vocês minha eterna admiração e gratidão!

 

 
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